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terça-feira, 30 de agosto de 2011

A Maldição do Deus Oculto- Capítulo 2: Ataque surpreendentemente Surpresa


Fala pessoal... Hoje venho trazer pra vocês o segundo capítulo da Fanfic... Espero que gostem, esse tem bastante ação!!!!!! Quem ainda não conseguiu ver, por favor olhe no post anterior os links para saber mais sobre o q são fics... Ah, e não se esqueçam: deixem mtos comentarios, gentem, por favor!!! aproveitem esse chapter^^^^^^^^^^^^
Capitulo 2- Ataque surpreendentemente surpresa

POV Roselie
             O dia passou tranquilamente. Emily e eu tivemos quase todas as aulas juntas, o que era ótimo, pois eu adorava passar o tempo com ela. Também almoçamos juntas, mas dessa vez em companhia de alguns garotos da nossa turma e umas três meninas que estavam na nossa aula de Inglês.
            - Rose, espera um pouquinho. – gritou Emily enquanto eu ia embora rapidamente, afinal a aula já havia acabado. - Vai com seu primo bonitão hoje ou quer carona?
            - Que primo bonitão? - Perguntei de forma bem cínica. Acho que sou a única que não acha meu primo atraente.
            Ela me lançou um olhar irônico e malicioso.
            - Fala sério! Convive com aquele Deus Grego todos os dias e não vê beleza nele? É a mesma coisa que aquele mau-caminho do capitão do time de basquete falar que você é feia.
            - Obrigada pelo elogio. E eu vou, sim, com o Klaus. Vou esperar ele sair do teste de jogador de basquete. Mas obrigada pela carona. Beijo, Emily!
            - Tchau, amiga! Até amanhã!
            Depois de nos despedir, caminhei para o ginásio, afinal, queria rir um pouco da cara do Klaus fazendo seu teste.

POV Klaus 

         A única coisa boa que aconteceu naquele dia monótono e exaustivo foi poder perder mais uma aula chata de Matemática e ir ao teste para entrar na nova escalação do time de basquete da escola.
            Cheguei ao ginásio e vi o novo treinador, um cara alto, musculoso, de pele escura e com uma expressão do tipo: "Merda! O que eu fiz pra merecer isso?"! Enfim, vi-o fazendo um teste com cinco garotos e só um deles teve a capacidade de acertar a bola na cesta no arremesso livre. Por fim, ele me chamou. O ginásio estava vazio, estávamos somente eu, o outro jogador e o treinador.
            - Você é Klaus Nicholls? - Perguntou o treinador com um brilho estranho nos olhos.
            - Sim. – Respondi, hesitante. Aquele cara estava muito estranho.
            - Ótimo.
            Ele me lançou uma bola de basquete de repente e com uma força que não precisava ter usado. Eu peguei a bola rapidamente, Valeu TDAH. Nesse minuto a porta abriu e uma garota linda de cabelos negros e ondulados que iam até a cintura, pele clara e de um corpo perfeito, entrou. Ela me lançou um sorriso encorajador, porém bastante irônico que estavam quase fazendo seus olhos dourados com repuxos negros se fecharem. Rose. O treinador virou-se para ver onde eu olhava e a encontrou.
            - O que está fazendo aqui, mocinha? - Perguntou o treinador.
            Roselie se aproximou sem medo de levar um fora, quase que gritei pra ela ficar calada e não responder àquele esquisito.
            - Eu estou aqui para ver o teste do meu primo. Será que seria possível, treinador... - Ela olhou no uniforme dele. - Ian? - Ela lançou-lhe um sorriso. Acho que o único que resistia ao charme dessa menina era eu.
            - Claro... Você é prima dele? - Perguntou o treinador novamente com aquele brilho medonho no olhar.
            - Sim...
            Antes que ela pudesse se apresentar o jogador que tinha feito o teste se aproximou.
            - Roselie Nicholls, não? - Perguntou ele. Ela respondeu com um sorriso
            O treinador e o garoto trocaram olhares cúmplices e eu me aproximei deles sentindo que nada a partir daquele momento prestaria.
            - Que bom que a encontramos, Srtª. Nicholls. Você nos poupou muito tempo. - Afirmou o garoto, e quando eu iria dizer alguma coisa sobre o que estava acontecendo, Rose me interrompeu, mas nada falou.
            Os olhos de minha prima se arregalaram e ela vacilou dando um passo para trás, totalmente confusa, assim como eu.
            - Agora podemos fazer o serviço completo. - Completou o treinador que a essa altura já nem era mais ele e sim uma fumaça cinza.
            A fumaça foi subindo lentamente até o teto. O garoto também virou uma fumaça e se misturou com o que antes era o treinador Ian. Até que a fumaça acabou e no lugar dela estava um bicho muito, muito esquisito. O corpo era de leão e o pescoço era de carne rosada que contrastava com a pele preta da cabeça de dragão. Eu comecei a gritar, empurrando Roselie pra trás, mas sem sucesso: ela não saía do lugar.
            - Roselie! – Esbravejei, tremendo de medo e totalmente perplexo. ‘O que está acontecendo ?’ , pensei.
            - O... Que... É... Isso? - Ela me perguntou com a voz baixa.
            - Quer mesmo ficar aqui pra ver? - Perguntei e ela balançou a cabeça negativamente. - Então vem!- e puxei desesperadamente.
            Seu olhar ainda estava arregalado e ela permanecia uma estatua. Tinha perdido minha paciência.
            - ROSELIE! SAIA DAÍ!
            Enfim, ela correu. Mas soltou um grito tão alto que seria capaz de quebrar os vidros daquele ginásio. Corremos em direção à porta. Mas um rabo de leão me jogou no meio da quadra.
            - Onde os filhotes de deuses pensam que vão? - A voz do dragão saiu como se ele tivesse engasgado com alguma coisa.
            - Eu sou o filhote da minha mãe, seu idiota feioso! - Roselie gritou. Isso ela sabia fazer.
            O Dragão-leão-com-pescoço-sem-pele  foi atacá-la, mas ela se abaixou e saiu do seu caminho a tempo. Ela correu até mim e eu me levantei.
            - Isso é uma ilusão. Isso é uma ilusão. Isso é uma ilusão. - Ela ficava repetindo pra si mesma.
            - Isso NÃO É UMA ILUSÃO, ROSELIE!
            - Pensei que o drogado que tinha ilusões fosse você. - Ela sussurrou enquanto o monstro vinha em nossa direção. - Mas por via das duvidas... CORRE! - Ela gritou com todo o ar de seus pulmões. No momento em que ela ia saí correndo, eu a segurei. - QUE ISSO? QUER MORRER?
            - Espera. - O monstro foi vindo em nossa direção e quando ele estava chegando perto de nós eu falei: - Agora a gente corre!
            O monstro não conseguiu parar de correr a tempo e quando se virou para nós já estávamos chegando na porta.
            - O CARRO ESTÁ AÍ NA FRENTE! - Gritei para Roselie e ela assentiu.
            Conseguimos sair da quadra, e fomos diretamente para o carro, ouvindo o barulho da parede da quadra ser quebrada por aquele animal! Entramos correndo no carro e quando eu saí com ele dali a porta do lado da Roselie não estava nem fechada. Ela respirava com dificuldade assim como eu. O monstro ainda nos seguia. Acelerei ainda mais. Estávamos a mais de 200 km/h. Até que em algum ponto vimos uma viatura de policia.
            - O monstro sumiu. – Falou Roselie. Desacelerei imediatamente – E o que foi aquilo de ficar esperando o monstro chegar perto da gente lá no ginásio?
            - Se você corresse, ele ia te pegar. Esperei ele vir com tudo pra cima da gente e depois atingir o nada... Não tem como explicar. Só sei que deu certo.                                     
            - Da próxima eu vou correr e ninguém me segura. – Afirmou ela.
            Ficamos em silencio por um bom tempo. Resolvi meu problema com os policiais. Disse que meu pai estava passando mal e eu precisava chegar a minha casa rápido. Eles só fingiram que acreditaram e me deram uma multa. Entrei novamente no carro e Roselie estava tremendo.
            - O que foi? – Perguntei.
            - Contou para o policial do monstro?
            - Não! Vão pensar que somos malucos! O que com certeza somos. Até por que parecia que só nós vimos o monstro; As poucas pessoas que estavam no estacionamento nos olharam com cara de: “meu Deus o que eles estão fazendo?”
            - Estou com muito medo! Aquilo foi verdade! Ele arrebentou a parede da quadra... – Ela soltou. – Ele... Ele disse... Que nós éramos filhotes de deuses... O que isso quer dizer?
            - Não faço a mínima ideia. Mas sei quem sabe. – olhei para ela e ela assentiu dizendo junto comigo: - Henrique.
 Chegamos em casa ainda chocados. Aquilo não tinha sido uma ilusão, ou invenção da nossa cabeça. Definitivamente não. Entrei dentro de casa e fui direto pro banheiro tomar banho e depois me sentei no sofá esperando meu pai e Benedith chegarem do trabalho.
            Eu tinha um pressentimento muito forte, que dizia que meu pai sabia de alguma coisa. E eu iria saber. Custe o que custar.
 POV Roselie 
            Eu entrei em casa e fui tomar um banho. Estava estressada, morrendo de medo e confusa. Meu corpo todo tremia, estava em estado de choque e só me perguntava uma coisa: qual era a do monstro fedorento? Fala sério!  O que eu fiz pra ele querer me matar?
            Respirei fundo e saí do banheiro. Vesti uma roupa qualquer e desci as escadas e encontrei Klaus todo largado no sofá com uma bermuda e uma camisa apertada, com os cabelos espetados apontando pra várias direções- como ele podia parecer despreocupado com aquilo. Fui em direção a cozinha e abri a geladeira pegando um copo de leite. Fui até a sala e me sentei no outro sofá. Depois de algum tempo tio Rick e Benedith entraram em casa. Klaus se levantou imediatamente. Tio Rick olhou desconfiado para ele.
            - Olá. Algum problema? – Perguntou percebendo a minha expressão.
            - Na verdade três e todos eles misturados. – Eu falei e todos me olharam confusos até Klaus. – Uma cabeça de dragão, um corpo de leão e um pescoço de carne viva.
            - Como? – Perguntou tio Rick colocando sua pasta no sofá.
            - É isso mesmo, pai. – Confirmou Klaus. – Estávamos na quadra quando um jogador e um treinador de basquete viraram fumaça e nos atacaram... E eu sinto que o senhor sabe de alguma coisa.
            Tio Rick parecia totalmente desesperado, mas adivinhe o que ele falou?
            - Chega de brincadeira! – Reprovou ele.
            - Ah, não! – Exclamou Klaus levantando a manga da blusa e mostrando o machucado que tinha no braço. – Isso aqui é brincadeira?
            - Tio Rick! -  Chamei. – Não é brincadeira. O monstro era horrível! E  ELE TENTOU NOS MATAR!
            Tio Rick ficou em silencio. Ele nos olhou por um bom tempo e depois disse andando em direção a cozinha.
            - Vão dormir. Amanhã conversamos.
            Abri minha boca para protestar, mas fui interrompida por Benedith.
            - Durmam queridos. Amanhã, quando estiverem mais calmos, nós conversamos.
            E quem é que estava irritada ali?
            - E EU ESTOU O QUE? ESTOU IRRITADA POR ACASO? – Berrei. – EU QUASE FUI MORTA HÁ ALGUMAS HORAS! E EU TINHA QUE ESTAR IRRITADA?
            - Roselie, - Klaus me chamou calmamente. – Vai para o seu quarto e cala a boca.
            - ARGH! – Subi as escadas batendo o pé com força desnecessária em cada degrau. Caí em minha cama e, mesmo sem querer, adormeci na mesma hora.



Notas finais do capítulo

E aí, gostaram??? Caso tenham gostado^, e msm q nao tenham gostado, deixem comentarios  pra gente e também falem do que não gostaram.  Até o próximo post!!!! fiquem ligados aqui em: " A Questão!" ........^^^^^^^^

terça-feira, 23 de agosto de 2011

"Netos da Noite: Maldição do Deus Oculto"- Cap. 1

Fala, gente. Hj venho postar o primeiro capítulo da FIC. Ah, eu também queria dizer que, como alguns de vocês talvez não saibam o que é uma Fanfic, eu disponibilizei dois links aqui para vocês. Enfim, aproveitem o chapter e deixem mtos coments por favor. Nunca deixem de deixar comentarios. kkkkkkk!!!!!!

Links- O que é fanfic?: pt.wikipedia.org/wiki/Fanfic
                                     http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20110401145605AAWmznb


Capítulo 1- O Começo De Um Dia Aparentemente Normal


POV   Rosalie 
            Acordei sobressaltada. Palavras ainda ecoavam na minha cabea, mas eu no me lembrava de nada. O que estava acontecendo comigo? H dois meses eu comecei a sonhar com minha falecida me, Diana Nicholls, e depois disso, minha vida virou um inferno! Vivia tendo pressentimentos, sonhos e vises de ces de sete cabeas e gigantes tentando me matar. Acho que eu estava lendo muito a respeito de Mitologia Grega, o que realmente me fascinava.
Bem, meu nome Rosalie Marie Nicholls. H dois meses me mudei aqui pra Nova York com meu tio, Henrique Nicholls, a mulher dele, Benedith, e meu primo idiota e alcolatra, Klaus. Minha me morreu quando eu tinha dois anos e desde ento eu moro com meu tio numa cidade do interior. E agora, aqui estou eu. Em Nova York, convivendo com vrios tipos de pessoas diferentes, tendo pesadelos ntidos todas as noites e vendo minha me. Confesso que isso tudo me intriga.
Depois de muito tempo deitada me levantei e fui tomar banho. Fiquei um bom tempo debaixo do chuveiro deixando que a gua casse sob meu corpo. Relutante, sa dali e fui me arrumar. Coloquei uma cala jeans escura simples; uma camisa rosa clara com uma flor bem meiga desenhada do lado esquerdo; uma jaqueta jeans escura e um All Star preto e cinza. Fui at a penteadeira e arrumei meus cabelos negros e ondulados que iam at a cintura. Depois passei um lpis em baixo dos meus olhos. Eles eram de um tom estranho, mas lindo de dourados e com contornos negros. Coloquei um par de brincos de pedras rosa e uma pulseira no mesmo estilo e o anel prata que pertencia minha me. Ele tinha a forma de uma estrela e era a nica coisa que eu tinha dela. Olhei-me no espelho e sorri. Minha pele clara era perfeita assim como meu corpo. Passei um batom em meus lbios carnudos e fiz biquinho para o espelho. Estava linda como sempre, e, pelo que vi nas fotos, parecia muito com minha me. Peguei minha mochila cinza e desci as escadas.
Meu tio e minha tia estavam sentados na mesa tomando caf. Os dois me olharam e sorriram.
- Bom dia, tios! - Eu disse e beijei a bochechas deles.
- Bom dia, querida. - Respondeu tia Benedith.
- Bom dia, Rose. - Respondeu meu tio. Seus olhos negros estavam tomados de preocupao e eu tive curiosidade em saber o motivo. Mas logo o problema desceu pelas escadas: Klaus. O caos da minha vida.
O meu priminho "querido" e "fofo" era musculoso, alto e de pele clara. Tinha cabelos negros e olhos castanhos da cor da terra com alguns repuxos negros- acho que era a nica coisa que confirmava nosso parentesco. Rosto msculo e lbios finos. Usava uma cala jeans preta, um All Star preto e uma blusa marrom escura apertada. Sua expresso era uma do tipo: "No dormi, estou com sono, ento no falem comigo." Mesmo assim ele continuava lindo.
- Bom dia, filho. - Desejou tio Henrique.
- Bom dia. - Respondeu de mau humor, com arrogncia e com uma cara de que preferia dizer Que que h de bom?.
Vi tio Henrique e tia Benedith trocarem olhares tristonhos. Klaus se sentou na minha frente e eu lhe lancei um olhar mortal que dizia tudo o que eu no falei em voz alta: "No acredito que fez isso de novo!". Ele arqueou as sobrancelhas e movimentou a boca e eu entendi perfeitamente: "Trato".   
 s vezes eu me arrependia desse trato. Quer dizer... Era difcil conviver com isso. Embora eu e ele brigssemos at  pra ver qual gota de gua ns achvamos mais bonitas, ele ainda era meu primo mais velho e garanho que eu amava como a um irmo. Todo final de semana ele bebia. Eu no sabia o motivo, ele nunca me contou. S sei que depois que ele descobriu que eu sabia, ele me disse que me colocaria na banda dele se eu no contasse para seu pai. Bem, eu sabia que tio Henrique j suspeitava disso e eu sempre sonhei com a banda, ento acabei aceitando. Sentia-me mal por v-los assim.
Tia Benedith no era a me biolgica de Klaus, a dele tinha morrido no mesmo acidente que a minha, mas mesmo assim ela o amava como a um filho, e esse vcio que ele tinha era to doloroso pra ela quanto para tio Henrique.
  - Klaus. - Chamei e ele me olhou. - Voc vai ensaiar com a banda hoje? 
- Claro. Depois de fazer o teste para o time de basquete. - Respondeu ele normalmente. - Quer vir comigo ou vai com a irm da Emily?
Emily era minha melhor amiga desde o maternal. A irm dela j foi namorada do Klaus, mas mesmo depois de terminarem ela nunca deixou de falar comigo.
- Posso ir com voc? - Perguntei com medo da resposta.
- Pode. - Ele respondeu.
- Acha que eu tenho chance de algum dia tirar carteira de motorista? - Perguntei. Entristecia-me, pois no ter carteira era o motivo de eu ter que ser levada por todos a cada lugar.
- Claro. - Respondeu tio Henrique, como sempre, muito otimista. - Por que no?
 - Eu tenho Dficit de Ateno, Dislexia e Hiperatividade. - Respondi como se fosse bvio. - No consigo nem assistir televiso direito!
- Fica tranquila. Eu tambm tenho. E voc ainda tem 14 anos. - Respondeu Klaus.
- E voc tem 16. - Revidei. - A diferena no to grande.
- Finquem calmos. - Falou tio Henrique. - Um dia vo dar Gloria aos deuses por isso. - Continuou ele concentrado em seu jornal.
Olhei para Klaus e ele tambm tinha percebido. Lentamente olhamos para seu pai.
- No seria s um Deus tio Rick? - Perguntei.
Ele no tirou os olhos do jornal.
- Isso, isso... Agora vo, crianas. Vocs esto atrasadas.
Eu revirei os olhos e sa de casa acompanhada por Klaus que j comeou a me irritar.
- E a priminha! J sabe qual dos jogadores de basquete vai pegar hoje?
Pode-se dizer que eu e meu priminho tosco ali chamemos ateno. Mas isso no era motivo para ele sair por a falando de quem eu fico ou deixo de ficar. Mas era segunda feira e me estressar podia causar rugas. Entrei na onda dele.
- Estava pensado naquele bonito que pegou sua namorada ontem. - Respondi.
Em troca ele me deu um amigvel tabefe na cabea.
- Vou te denunciar, hein! - Ameacei no segurando o riso.
- E eu vou te jogar pra fora desse carro se no calar a boca. - Revidou ele sorrindo.
 - Foi voc quem comeou. Repliquei entrando na Ferrari Preta.
 - Voc ainda muito nova pra  namorar priminha. Tenho que te proteger.
- Vai bancar o papaizinho agora? Perguntei enquanto ele entrava no carro.
- Seu pai no esta aqui. Vou fingir que sou ele. Revidou sorrindo.
Meu humor de irritado-feliz mudou para pura tristeza.
- Queria saber o que aconteceu com meu pai. Falei cabisbaixa e com voz carente.
- Desculpe por tocar no assunto. Ele disse.
- Tudo bem...  Agora vamos. Estamos atrasados. 

POV    Klaus Joan Nicholls
Acordei sobressaltado. No durmo a noite inteira desde que me mudei pra Nova York, h uns dois meses. bem esquisito, mas ando tendo vrios pesadelos daqueles monstrinhos de anime tentando me atacar. Na verdade, eles pareciam ter vrias cabeas e serem enormes. De qualquer forma, nunca me foi comum sonhar tanto quanto est acontecendo agora. Talvez seja a bebida, j que eu tenho tomado muito. Eu meio que sei que errado, at porque tenho 16 anos, mas o lcool de fim de semana com meus amigos me deixa aliviado e despreocupado com a vida.
Sou Klaus Joan Nicholls, um adolescente problemtico, raivoso e um pouco arrogante que tenta aguentar o 2 ano do Ensino Mdio, mas no tem um pingo de pacincia. Pois , nem eu me aturo. Na verdade eu me aturo sim, me adoro, sou meio narcisista. Moro com minha prima, desde que a me dela morreu, meu pai e minha madrasta que sempre cuidou de mim, j que minha me faleceu quando era muito pequeno. Sou bem popular no colgio, do tipo olha aquele garanho gostoso vindo na nossa direo, as garotas me amam, e chamo bastante ateno- gosto muito disso.
Enfim, estava muito cansado, mas tinha que ir estudar naquela manh de segunda-feira. Teria teste do time de basquete no ltimo tempo e depois iria ensaiar com minha banda do clube do coral da escola.
Tomei uma chuveirada, coloquei uma roupa simples, arrumei minha mochila de com pressa, e desci as escadas para ir tomar caf na cozinha com minha adorvel famlia. Ao chegar l vi minha prima idiota me olhar com um qu de indignao e repreenso e meus pais com expresses chateadas. Com certeza eles descobriram que eu havia bebido com uns colegas no fim de semana. No queria chate-los, mas eles deviam considerar o que passo. Cansao, provas, represso, deveres, trabalhos, mais provas. Tenho fadiga at de falar.
-Bom dia, filho- falou meu pai.
-Bom dia- disse eu de forma bem geral, isto , cumprimentei a todos num s bom-dia. Era menos cansativo. claro que preferiria dizer que que h de bom, mas me contive e sentei-me mesa.
Senti Roselie, minha prima, me olhar novamente com jeito de indignao, mas apenas soletrei para ela TRATO. Havamos combinado de ela no comentar a respeito de eu ser meio alcolatra e eu a deixava cantar em minha banda do clube do coral. Como 2 voz, claro, j que eu era o vocalista principal.
De qualquer forma, o caf foi rpido e montono como o de sempre. Depois disso sa com Roselie em direo do carro e brinquei, tentando irrit-la um pouco:
- E a priminha! J sabe qual dos jogadores de basquete vai pegar hoje?
Pode-se dizer que eu e minha prima chamemos muita ateno na escola. Eu adorava essa situao, mas Rose nem tanto.
- Estava pensado naquele bonito que pegou sua namorada ontem. Ela revidou feio, jogando na minha cara aquilo. No agentei e lhe dei um tabefe na cabea.
- Vou te denunciar, hein! Ameaou-me ela, enquanto entrava no carro, sorrindo.
- E eu vou te jogar pra fora desse carro se no calar a boca. disse satisfeito.
- Foi voc quem comeou. Replicou ela, entrando na minha BMW Preta.
- Voc ainda muito nova pra namorar, priminha. Tenho que te proteger.
- Vai bancar o papaizinho agora?
- Seu pai no est aqui. Vou fingir que sou ele. - Sorri feliz, porm notei que Rose no gostou tanto da brincadeira. Afinal, ela nem conhecia o pai.
- Queria saber o que aconteceu com meu pai. Sussurrou ela, tristonha.
- Desculpe por tocar no assunto.
- Tudo bem... Agora vamos. Estamos atrasados.